Coluna Mengolândia: Dança, porquinho, dança!

Pr’esse jogo contra o “Parmêra”, Rogério decidiu botar logo três zagueiros em campo pra conter a pressão da “porcalhada”, que, em casa, não costuma vacilar. Mas mesmo com Álvaro, Angelim e (PUTA QUE PARIU) Welinton, o que vimos foi um verdadeiro passeio de Cleiton Xavier & Cia, que, por diversas vezes, ficaram cara a cara com nosso fuderoso arqueiro.
E com a defesa desarrumada, como sonhar em fazer a bola chegar redonda no ataque, sabendo que ela ainda precisaria passar por nosso inoperante meio-campo (quando este é composto de “Fernandos”. Por favor, não incluir o Pet nessa “corja”)? Tanto é que o primeiro lance próximo à meta da “presa da vez” foi aos 26 minutos do primeiro tempo. Antes disso, “neca de pitibiriba”, amiguinhos.
Só pra sentir o drama da parada, aos 29, os nossos ridículos zagueiros deviam estar tocando punheta, quando Ewerthon pegou um voleio diante da pequena área, e, Bruno, claro, salvou. Se não fosse ele, acho que teríamos tomado o gol mais “esculachante” dos últimos tempos. Valeu, Brunão! Tirou onda! E dessa maneira se foi a etapa inicial.
De volta com um “cadin” mais de gás, Pet e Moura quase abriram o placar por duas vezes, antes mesmo dos 10 minutos. Love teve sua chance aos 19, mas também jogou fora, e Rogério sentiu que não ia dar. Daí, tirou Vinícius Pacheco e tornou a apostar em Diego Maurício, moleque que mostrou fome de bola e que, em breve, pode nos ser muito útil.
Depois de quebrarem o Pet, que saiu machucado e chorando, fomos “presenteados” com a entrada de Michael, que tentou por apenas TRÊS VEZES cobrar o escanteio decentemente, mas…rosca! O maluco é ruim demais! Tem jeito não!
Aos 32 minutos, tivemos um lance que mostrou com clareza a qualidade da nossa zaga. Álvaro, que assim como David, Welinton e outros que, de vez em quando, se aventuram por lá, não é zagueiro, se prestou a “dançar um break” na “meiuca” e quase entregou o jogo. Lamentável!
Mas, lá na frente, Vagner Love, nosso matador, não quis saber de brincadeira e, numa jogada individual, mandou um balaço no canto de Marcos, que pestanejou sem se mover. Saco! Estopa! Caixão e vela preta! Ou qualquer outro nome que indique “bola na rede”.
Zoado pelos torcedores do “Porco”, que, no ano passado (quando o Palmeiras estava em decadência no Brasileirão que nós “papamos”), chegaram a agredi-lo o artilheiro do amor, mais uma vez, fez a diferença e calou a boca da “Putaiada”!
Salve, Love! E ponto final! Tomara que essa vitória seja a primeira (Na verdade, a segunda) de muitas neste campeonato que se segue. Tomara que a estrela do Galinho, agora nosso dirigente, brilhe fora dos campos e que a sorte se mantenha do nosso lado!
 
Já é, rapaziada! 

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Sobre Paparazzo Reis

Fotógrafo internacional de celebridades, louco por Burgers e Churrasco, mas sempre acompanhando o Mengão!
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